segunda-feira, 18 de julho de 2011

Eu tenho algo pra dizer sobre amizade.

A gente corre o mundo procurando pessoas que nos compreendam. Pessoas que dediquem um pouco de suas vidas para a nossa. Procuramos bem mais que um compromisso de papel marcado. É um elo invisível a olho nu, porém com um poder indestrutível. E aí conhecemos os “amigos”. Que nunca te abandonam quando... Você está por cima.
Nesta minha pequena longa vida. Já me decepcionei muito, Fui ao mundo procurar amizades. Fiz muitas. Mas, de repente um dia. Aquele elo que era pra ser indestrutível, simplesmente, desaparece.
Quando você está por cima. É o bam-bam-bam. Tem dinheiro, prestígio, “fama”. Muitos, mas eu digo, muitos aparecem te estendendo a mão. Querem ficar ao seu lado. Aliás, não é só nesses momentos gloriosos. Muita gente vem só procura quando precisa. Quando está precisando te usar para alguma coisa. Nem que seja para descontar a culpa da sua pobre e vazia existência em você. Você vira um ser invisível perante os problemas dos outros.
E um dia, quando você caí, quando é a sua vez de precisar de alguém , quando adoece (físico e espírito) todos correm para as colinas. Onde vão parar? Isso é um mistério. Aqueles amigos que você correu o mundo para achar, somem de repente.
E aí, você caí numa depressão profunda. Chora, se sente invisível. E não faz o mais importante: dar abertura para aquelas pessoas que realmente se importam com você. Você fica cego e não consegue enxergar (pleonasmo né?) essas pessoas. Você fica perguntando onde você errou, o que você fez e não vê que tem pessoas que você pode realmente confiar.
No meu caso, eu cessei meu pranto e abri os olhos. Vi que ao meu redor existem umas pessoas que me amam. E mais! Elas estavam o tempo todo do meu lado. Eu apenas tive uma cegueira e não consegui enxergá-las.
A vocês Laís, Aline, Luana, Larissa, Fernanda, Naira, Cris, Fran, Fernando. Minha eterna gratidão e eterno amor de irmã. Obrigada por estarem na minha vida durante tanto tempo. E espero que continuem para sempre. 
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