quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Ô abre alas...


Que eu quero cair na folia.
Brincar na micareta. Vestir o Abada e virar um boneco de Olinda.
Ah, o Carnaval! Vou mesmo é correr atrás do trio. Vou pôr a minha melhor fantasia e me jogar pro bloco da pracinha.
É festa! É festa! Chiclete com Banana.
Vale (quase) tudo.
Carnaval. A festa que não existe pobre nem rico, gordo nem magro, feio nem bonito, legal nem chato. Todo mundo se une! Corre pra avenida. Desfila com o bloco ou com a escola de samba. Aliás, todo mundo samba. Dança axé, funk, sertanejo. É a festa da “misturança”.
Todo mundo se conhece (intimamente ou não). Todo mundo vê propaganda sobre o uso de preservativo. Todo mundo fica feliz! É a festa de todo mundo. Tudo é liberado (talvez isso explique o porquê das maternidades lotarem no mês de novembro).
A música diz que quem não gosta de samba, bom sujeito não é. Eu acho que não é bom sujeito quem não gosta do “festival da carne”. Procura o significado do carnaval, vai.
Só sei que, eu vou pular, dançar, beber, beijar. Vou é me divertir na companhia dos meus amigos. E depois, são quarenta dias pedindo perdão pelos excessos do Carnaval. Mas, que vale a pena, isso vale. Até porque, minha alma não é nem um pouco pequena. 
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