domingo, 27 de janeiro de 2013

As confusões no amor

Desde que voltei a atualizar o blog, venho pedindo a contribuição de meus amigos. Como? Eu peço a eles que me falem um tema. Então, hoje eu devo falar sobre pessoas confusas no amor. O que eu penso sobre isso? Bom, amor, na minha concepção é algo tão perfeito que chega a ser difícil de definir. Ah, o amor, o amor, o amor. Eu sigo a seguinte linha de raciocínio: existem duas coisas que são perfeitas no universo: Deus e o amor. Se Deus e amor são perfeitos, logo chegamos àquela frase tão conhecida por todos nós “Deus é amor”.
Não, Camila! Tais errada. Eu estou falando do amor entre duas pessoas. Ok! Eu entendo isso. Mas, continuo com o pensamento de que o amor é perfeito. O amor é o sentimento mais lindo que existe. É o que faz uma pessoa se importar com a outra.
Aquelas borboletas no estômago, aquela sensação de perder o ar, o chão e estar voando... tudo isso não é amor. Pelo menos, eu acredito que não seja. Acho que as pessoas confundem amor com paixão. E a paixão, quando não se transforma em uma forma de amor, é algo ruim para nós. Estar apaixonado é estar encantado por uma pessoa, é querer que o dia acabe logo para estar com aquela pessoa etc. A paixão te faz querer a outra pessoa só pra ti. Ela te faz ter ciúmes, desconfiança, insegurança etc.
Posso ter fugido um pouco do tema, mas, o que eu quero dizer é que as pessoas que se confundem no “amor”, na verdade, estão apaixonadas. Quem disse que tu não podes amar duas pessoas? Claro que podes, afinal, tu não amas teu pai e tua mãe? São duas pessoas e, geralmente, a gente ama os dois. Às vezes, em proporções diferentes, mas é amor. Volto a dizer o amor é perfeito. O que é imperfeito somos nós e nossas paixões.
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